A Vale suspendeu as atividades nas unidades de Fábrica e Viga, em Minas Gerais, após determinação da Prefeitura de Congonhas que revogou os alvarás de funcionamento da mineradora.
A decisão ocorre depois do extravasamento em uma cava a céu aberto na região de Ouro Preto, registrado na madrugada de domingo, que provocou alagamentos em áreas da CSN Mineração, na unidade Pires.
De acordo com a empresa, as barragens próximas permanecem estáveis e seguras, e as projeções operacionais e financeiras de 2026 não foram alteradas. Juntas, as duas unidades representam uma produção anual de cerca de 8 milhões de toneladas de minério de ferro, o equivalente a 2,4% das metas previstas pela mineradora para o ano.
Já o governo de Minas Gerais afirmou ter identificado danos ambientais decorrentes do episódio, incluindo o assoreamento de cursos d’água afluentes do rio Maranhão.